29 de maio de 2013

DICAS- MUSICAIS EM CARTAZ


       Oi pessoal! Tudo bem?
       Faz alguns dias que não escrevo, a escola e minha atividades.... mas não estamos aqui para falar sobre mim.
       Hoje vou escrever sobre Musicais: ( que estão em cartaz em Sampa, amoo)
     
                                                                      REI LEÃO:



Adaptação do filme, . Aqui está algumas críticas da jornalista do blog www.borealcafé.blogspot.com.br, que assistiu o musical: 

"Fui assistir ontem (dia 21 de abril), e estava esperando ver um espetáculo tão grandioso que com certeza entraria para a minha história de vida como o melhor que já tinha visto. Grandioso ele é. Não há nenhuma dúvida de que o cuidado e a produção do show foram tão bem cuidadas que não surpreende ter sido o musical mais caro do Brasil até hoje. Mas como a mídia está pintando? Talvez nem tanto..."

"Pelo amor de Deus, o que é aquele cenário? Aqueles figurinos? A produção da peça faz valer cada centavo que você pagou para assistir (e acredite, não é nada barato). Na cena que abre o musical, você se sente vendo o nascer do sol, sente-se ao lado de verdadeiros bichos da savana africana... é tudo tão tocável, tão real, que é impossível não sorrir. Elefantes, zebras, aves, felinos, girafas... todos tomando todo o espaço do teatro e te convencendo a ir saudar o nascimento de Simba junto com eles. A alegria contagia todo mundo. É fantástico."

 "A orquestra também foi simplesmente magnífica. A música é a alma do espetáculo, e nesse caso, vai além do quesito letra. Somos embalados por uma trilha fantástica, que nos comove mesmo quando está incidental. Trabalho muito bem conduzido pela equipe de produção e pela maestrina Vânia Pajares."

                                                                                                              
O Rei Leão - O Marco da Broadway

Local: Teatro Renault (antigo Teatro Abril) - Avenida Brigadeiro Luis Antônio, 411 - São Paulo - SP

Sessões:
Quintas e sextas-feiras: 21h
Sábados: 16h30 e 21h
Domingos: 15h30 e 20h
Preço: de R$ 50 (Balcão B às quintas-feiras) a R$ 280 (Setor Premium aos Sábados)






                                                                                       O MÁGICO DE OZ:

     
                           Adaptação do filme. Aqui está uma crítica publicada no jornal Folha de S.Paulo:

O Mágico de Oz' tem bons números, mas se perde na tentativa de agradar a todos
LUIZ FERNANDO RAMOSCRÍTICO DA FOLHA

Adulto ou infantil? "O Mágico de Oz", produção de Charles Möeller e Claudio Botelho, reitera o projeto da dupla de fortalecer o teatro musical no Brasil, mas sugere certa fadiga dos materiais. Trigésima criação gerada na parceria, o espetáculo mira uma faixa alargada de público.
O filme de Hollywood, de 1939, deve seu sucesso mais ao carisma de Judy Garland e às canções da genial dupla de compositores Harold Arlen e Edgar Harburg do que à história de Dorothy, menina moça que se vê transportada para o onírico mundo de Oz.
A narrativa remonta ao livro "O Maravilhoso Mágico de Oz", publicado em 1900 e que foi um êxito editorial. Já em 1902, o próprio autor, L. Frank Baum (1856-1919), fez a primeira de muitas outras adaptações para o teatro que antecederiam o filme.
A transposição de Möeller e Botelho foca na versão cinematográfica, guiada por montagem inglesa, de 1988, da Royal Shakespeare Company.
É talvez de lá que sai um personagem estranho à trama original, tipo de fauno a evocar os poderes da natureza. Se ele impressiona pela coreografia, confunde o público infantil, sem treino com alegorias. Já a voz enjoativa da Dorothy de Malu Rodrigues busca sintonia com as crianças.
A oscilação de registros, ou de seus alvos preferenciais, prossegue com o tratamento que Lúcio Mauro Filho dá ao Leão Covarde. Mais do que fofo, o personagem aparece no estereótipo do gay efeminado, em clara sedução ao público mais maduro.
Os únicos desempenhos que escapam dessa hesitação entre faixas etárias são o de Heloísa Périssé, que como a Bruxa Má do Oeste improvisa e arrebata, e Luiz Carlos Miéle, como o Mágico, que se destaca pela elegância e economia de gestos.
Os arranjos musicais do filme reaparecem bem executados pela orquestra e pelos cantores, e as letras têm a qualidade habitual das versões de Botelho.
Contudo, curiosamente, parece faltar música neste musical. A fixação no roteiro fílmico, com menos números do que a média dos espetáculos do gênero, deixa a montagem arrastada, o que compromete a direção de Möeller.
A dupla tem méritos indiscutíveis e crédito para errar sem culpa. A dificuldade de se recomendar "O Mágico de Oz" para todos os públicos é um indício, porém, de que já nem tudo que eles tocam vira ouro.

O MÁGICO DE OZ
QUANDO: sex., às 21h30, sáb., às 16h e 20h, e dom., às 15h e 19h
ONDE: Teatro Alfa (r. Bento Branco de Andrade Filho, 722, tel. 0/xx/11/5693-4000)
QUANTO: de R$ 40 a R$ 180
CLASSIFICAÇÃO: livre
AVALIAÇÃO: bom


Tendo como base o primeiro filme da Dreamworks, o espetáculo conta a história do ogro Shrek que, ao ser expulso de casa aos sete anos, passou a viver isolado num pântano na floresta do reino "Tão Tão Distante". Conhecido por todos como um ser assustador, seu lado sentimental vem à tona quando o ogro precisa salvar a princesa Fiona no alto de uma torre e acaba se apaixonando por ela.

Temporada: A partir de agosto de 2013
Do site www.guiadasemana.com.br


Por hoje é só gente, todos esses musicais estão em cartaz em São Paulo. Ainda não assisti nenhum deles, mas vou assistir....



                                        LIVRO DO DIA: SEGREDOS DE MINHA VIDA EM HOLLYWOOD: PRINCESA PAPARAZZI  
  



                                                                                                     BJS MAH!!









 

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